Os melhores cumprimentos meus caros leitores, que ando desconfiado que ninguém anda a ler isto mas enfim. Quem corre por gosto não cansa e sempre aproveito para treinar a linha escrita criativa, ou neste caso pouco criativa.
Devido a vários eventos trágicos que aconteceram na passada última semana, deixou muito pouco espaço de manobra para ter alguma coisa para escrever. Não me vou arriscar a fazer qualquer tipo de comentário em relação ao sucedido, apenas dizer que é lamentável e qualquer pessoa que fica indiferente ao que se passou não é pessoa, e eu não sou indiferente, nem o podia deixar de ser, face aos últimos acontecimentos desta semana.
Posto isto, não me resta muito que falar, porque, ou foi impressão minha, ou na semana a seguir ao carnaval não acontece absolutamente nada de nada. Tirando o de sempre, falou-se outra vez sobres as escutas, falou-se outra vez dos candidatos à liderança do PSD, falou-se outra vez do orçamento de estado e claro está, do Sporting, que passou de besta a bestial numa semana.
Quanto à minha fonte noticiosa, pelo amor à Santa, já não usufruo do poder noticioso desse jornal, porque acabou esta semana o motivo que me levava a comprar esse jornal. Acho que nunca o cheguei a ler até ao fim em nenhuma ocasião, para isso comprava o Correio da Manhã que pelos menos sabia com o que contava.
Resta falar da gripe que, não sei o que se lhe passou, mas parece que já está melhor, já teve alta do hospital e já não interessa a ninguém. Mas não se preocupem que ainda há muita vacina para quem precisar. Quanto tiverem um tempinho e não souberem o que fazer, reúnam 10 amigos e vão ao centro de saúde mais perto que a Direcção Nacional de Saúde agradece que já não sabe o que há-de fazer com aquilo que tem lá para o canto.
Como puderam constatar pelo título, este post deve ser a maior chatice alguma vez escrita num blog, não por desleixo meu, mas com os últimos acontecimentos não tem havido espaço para muito mais. Mas como falar de nada também é difícil foi mais um teste à minha pessoa para ver quantas linhas conseguia escrever sem falar absolutamente nada. Mas para não deixar o caro leitor de mãos a abanar foi aqui deixar uma piada para rematar o assunto: O que é uma doença terminal? É uma doença que se apanha nos aeroportos!
E esta semana foi assim, para a semana esperemos todos juntos que seja bastante melhor e com certeza que vai ser que não há nada que viva de Coisa Nenhuma. Até lá, a todos um grande cumprimento e cá os espero na próxima semana.
Devido a vários eventos trágicos que aconteceram na passada última semana, deixou muito pouco espaço de manobra para ter alguma coisa para escrever. Não me vou arriscar a fazer qualquer tipo de comentário em relação ao sucedido, apenas dizer que é lamentável e qualquer pessoa que fica indiferente ao que se passou não é pessoa, e eu não sou indiferente, nem o podia deixar de ser, face aos últimos acontecimentos desta semana.
Posto isto, não me resta muito que falar, porque, ou foi impressão minha, ou na semana a seguir ao carnaval não acontece absolutamente nada de nada. Tirando o de sempre, falou-se outra vez sobres as escutas, falou-se outra vez dos candidatos à liderança do PSD, falou-se outra vez do orçamento de estado e claro está, do Sporting, que passou de besta a bestial numa semana.
Quanto à minha fonte noticiosa, pelo amor à Santa, já não usufruo do poder noticioso desse jornal, porque acabou esta semana o motivo que me levava a comprar esse jornal. Acho que nunca o cheguei a ler até ao fim em nenhuma ocasião, para isso comprava o Correio da Manhã que pelos menos sabia com o que contava.
Resta falar da gripe que, não sei o que se lhe passou, mas parece que já está melhor, já teve alta do hospital e já não interessa a ninguém. Mas não se preocupem que ainda há muita vacina para quem precisar. Quanto tiverem um tempinho e não souberem o que fazer, reúnam 10 amigos e vão ao centro de saúde mais perto que a Direcção Nacional de Saúde agradece que já não sabe o que há-de fazer com aquilo que tem lá para o canto.
Como puderam constatar pelo título, este post deve ser a maior chatice alguma vez escrita num blog, não por desleixo meu, mas com os últimos acontecimentos não tem havido espaço para muito mais. Mas como falar de nada também é difícil foi mais um teste à minha pessoa para ver quantas linhas conseguia escrever sem falar absolutamente nada. Mas para não deixar o caro leitor de mãos a abanar foi aqui deixar uma piada para rematar o assunto: O que é uma doença terminal? É uma doença que se apanha nos aeroportos!
E esta semana foi assim, para a semana esperemos todos juntos que seja bastante melhor e com certeza que vai ser que não há nada que viva de Coisa Nenhuma. Até lá, a todos um grande cumprimento e cá os espero na próxima semana.