domingo, 28 de fevereiro de 2010

Coisa Nenhuma

Os melhores cumprimentos meus caros leitores, que ando desconfiado que ninguém anda a ler isto mas enfim. Quem corre por gosto não cansa e sempre aproveito para treinar a linha escrita criativa, ou neste caso pouco criativa.

Devido a vários eventos trágicos que aconteceram na passada última semana, deixou muito pouco espaço de manobra para ter alguma coisa para escrever. Não me vou arriscar a fazer qualquer tipo de comentário em relação ao sucedido, apenas dizer que é lamentável e qualquer pessoa que fica indiferente ao que se passou não é pessoa, e eu não sou indiferente, nem o podia deixar de ser, face aos últimos acontecimentos desta semana.

Posto isto, não me resta muito que falar, porque, ou foi impressão minha, ou na semana a seguir ao carnaval não acontece absolutamente nada de nada. Tirando o de sempre, falou-se outra vez sobres as escutas, falou-se outra vez dos candidatos à liderança do PSD, falou-se outra vez do orçamento de estado e claro está, do Sporting, que passou de besta a bestial numa semana.
Quanto à minha fonte noticiosa, pelo amor à Santa, já não usufruo do poder noticioso desse jornal, porque acabou esta semana o motivo que me levava a comprar esse jornal. Acho que nunca o cheguei a ler até ao fim em nenhuma ocasião, para isso comprava o Correio da Manhã que pelos menos sabia com o que contava.

Resta falar da gripe que, não sei o que se lhe passou, mas parece que já está melhor, já teve alta do hospital e já não interessa a ninguém. Mas não se preocupem que ainda há muita vacina para quem precisar. Quanto tiverem um tempinho e não souberem o que fazer, reúnam 10 amigos e vão ao centro de saúde mais perto que a Direcção Nacional de Saúde agradece que já não sabe o que há-de fazer com aquilo que tem lá para o canto.

Como puderam constatar pelo título, este post deve ser a maior chatice alguma vez escrita num blog, não por desleixo meu, mas com os últimos acontecimentos não tem havido espaço para muito mais. Mas como falar de nada também é difícil foi mais um teste à minha pessoa para ver quantas linhas conseguia escrever sem falar absolutamente nada. Mas para não deixar o caro leitor de mãos a abanar foi aqui deixar uma piada para rematar o assunto: O que é uma doença terminal? É uma doença que se apanha nos aeroportos!

E esta semana foi assim, para a semana esperemos todos juntos que seja bastante melhor e com certeza que vai ser que não há nada que viva de Coisa Nenhuma. Até lá, a todos um grande cumprimento e cá os espero na próxima semana.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

O Carnaval

Ora sejam muito bem-vindos meus caros leitores assíduos. E o que é que aconteceu nesta última semana que passou não aconteceu nada de relevante e foi a semana do Carnaval. Ora muito bem, na semana do Carnaval o que é que se faz, vamos abrir aquele baú que tresanda a naftalina e tirar de lá a indumentária carnavalesca que fica guardada de uns anos para os outros.

Existem dois tipos de pessoas no Carnaval: a primeira, são os verdadeiros amantes do Carnaval, aqueles que dois meses antes já começam a ir à costureira preparar os vestidos, sim, porque nem pensar vestir o mesmo fato de Carnaval duas vezes na mesma vida. Vestido por medida, peça única, às vez parte de um grupo ou não. O fato mais requintado fica para o dia do cortejo, e é sempre o mais pomposo que fica reservado para esse dia. Sair todos os dias, todos os dias jantar fora para celebrar e de preferência sempre em sítios diferentes, porque se a vida são dois dias, o Carnaval são 3 e é para festejar. Há ainda aquelas pessoas que aproveitam o Carnaval para serem aquilo que não podem ser durante o resto do ano e aproveitam o Carnaval para descontrair.

O segundo tipo: os bêbados do costume. São aqueles para quem o fim-de-semana, é mais um fim-de-semana, a festa é mais uma festa, e o objectivo é beber até não se aguentar de pé igual a qualquer outro fim-de-semana. A única diferença é que normalmente andam de saltos altos e a tarefa do equilíbrio torna-se mais difícil. Normalmente usam os fatos mais degradantes para darem mais na vista. Toda a gente se ri de uma matrafona caindo de bêbado a tentar andar em cima de saltos agulhas. Normalmente o segundo grupo acaba por se estar a lixar completamente para o Carnaval e acaba sempre por estragar o fato que levou 3 meses a ser criado do primeiro grupo.

O Carnaval é folia, é diversão, mas é muito mais frio, chuva. Acho que ainda ninguém percebeu que o Carnaval ou é no Brasil ou acho que não vale muito a pena, para ir a Loulé, apanhar duas banhadas, uma porque estava a chover a outra é porque o desfile foi cancelado. Não percebo porque é que ainda se queixam já que é Inverno, e muito provavelmente chove. O Carnaval ainda por cima muda de ano para ano e acredito que S. Pedro tenha alguma dificuldade em fazer um jeitinho e arranjar bom tempo para celebrar uma festa de origem pagã.

Eu particularmente não gosto muito do Carnaval, mas não me importo nada de a semana de trabalho ser mais curta. Quando era criança não achava muita graça ao Carnaval. Não sei porque mas andar mascarado pelas ruas aos pulos e aos saltinhos tipo João Baião, que acho que todos os dias é Carnaval, não faz parte da minha personalidade.
Ao menos este ano não vimos o Alberto João Jardim com qualquer parte do corpo à mostra. A caraça que ele costuma usar é que a cada ano que passa vai ficando mais feia, mas a maquilhagem é 5 estrelinhas.

E esta semana é tudo, para a semana vai haver mais de certeza absoluta e para o próximo prometo que vai ter alguma graça porque senão isto torna-se uma chatice. Cumprimentos aos meus caros leitores e até para a semana.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Federeção Portuguesa de Futebol

Ora muito bem-vindos meus caros leitores assíduos apesar de achar que neste momento ninguém se interessa muito por este obra de arte da literatura on-line, mas pronto. Esta semana vou tentar fazer uma coisa diferente, e escrever esta crónica com mais piada, só para variar um assunto.

Como devem ter já percebido, no meio de tanta coisa interessante que podia falar, não posso de deixar de comentar o facto dos nossos profissionais de futebol, serem autênticos pugilistas e fez-me debruçar um pouco sobre este assunto. Se bem me recordar, no seio desta Federação Portuguesa de Futebol, já foram, nos últimos anos, atentados com os punhos, dos nossos Portuguesas a outras pessoas. O precedente foi aberto por aquele grande soco de João Vieira Pinto ao árbito no mundial da Coreia, abrindo assim a caixa de Pandora do pugilismo na Federação Portuguesa de Futebol, e a partir desse momento, tem vindo a ser um rol de pancadaria antes nunca visto.

O acontecimento mais recente ocorreu durante o fim-de-semana passado, em que o actual seleccionador Português, Carlos Queiroz, parece que deu uns valentes supapos, num tal de Jorge Batista. Quando perguntaram ao Carlos Queiroz, “Carlos, qual é o teu feeling? O meu feeling é o mesmo que o do Sá Pinto”. E acho que todas as pessoas têm o feeling que isto vai de mau a pior.
A Federação Portuguesa de Futebol bem que podia mudar o seu nome para Federação de Pugilismo e Futebol, que neste momento era bastante mais apropriado. E por falar em Federação, Gilberto Madail isto tudo passa-lhe ao lado, diz que são assuntos pessoais e que nada tem a ver com a Federação. Então, se fazem favor, alguém lhe dar um par de estalos! E digam-lhe que é um problema pessoal que tenho com ele, não tem a ver com que quem tem feito como presidente da Federação.

Os Portugueses são um povo fervoroso, em que o sangue quente de guerreiro está nas nossas veias, sempre fomos um país de grandes guerreiros e sempre o vamos ser, e quando nos ferve o sangue, usamos os punhos para por de lado as nossas diferenças, não somos como os franceses com a mania que são intelectuais e que resolvem tudo com a cabeça. Podíamos, era canalizar as nossas energias com os problemas que são realmente são importantes, mas enfim, já era pedir de mais.

Esta semana acho que não houve mais nenhum marco significativo que eu me recorde, ou se calhar até houve mas estou bastante preguiçoso para escrever mais qualquer coisinha. E vamos ficar por aqui que o Carnaval já começou e as loucuras típicas carnavalescas também, e como já tenho as minhas unhas postiças postas, que como qualquer macho que se preze, vou-me mascarar de matrafona e já estou a ficar com o teclado arranhado. Para a semana dedico o temo aos abusos do carnaval. Boas festividades carnavalescas. Até para a semana.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

A Nossa República

Boas a todos os meus caros leitores. De acontecimentos desta semana vou aqui destacar o início das comemorações dos 100 anos da implantação da nossa República. As comemorações do centenário vão acontecer ao longo do ano um pouco por todo o país nos locais relevantes que marcaram os acontecimentos desde o fim da monarquia e a instauração da República. O primeiro marco relevante aconteceu no 31 de Janeiro, que comemora as primeiras acções militares e as comemorações vão culminar no dia 5 de Outubro. Posto isto, acho que ficava bem falar aqui um bocadinho sobre a nossa República, que este ano comemora o seu centésimo aniversário. Está velhinha a nossa República, por isso não admira o estado em que ela está, senil e acamada, que já ninguém percebe esta república e parece que não vai a lado nenhum.
Não sei se a culpa é da sua idade avança, ou do serviço hospitalar que está a tomar conta dela, que parece que esses senhores também não sabem muito bem o que lhe fazer. Dizem eles que são as pessoas mais capazes para tomar conta da nossa querida República, que confiemos neles e de repentes, vemos a nossa velhinha, numa rampa na maca na eminência de cair, sem ninguém por perto para a segurar. É o serviço de saúde que temos.

A nossa República faz-me lembrar o José Saramago, é empurrada em cadeira de rodas, já diz coisa com coisa, só faz o que quer, e quando o faz, dá polémica de certeza. Não se admirem de qualquer dia a nossa República emigrar para Espanha. Que fique bem claro que tenho muito orgulho em ser Português, e tenho sempre presente a minha pátria … e a sua maca … e mais a arrastadeira … e o ortopedista. Mas sempre com muito orgulho.

Cavaco Silva e Manuel Alegre no discurso das comemorações do 31 de Janeiro citaram quase ao mesmo tempo, a poucos metros de distância, citaram a mesma frase de Guerra Junqueiro um dos primeiros republicanos. “Não uma república doutrinária, mas uma larga, franca, nacional, onde caibam todos”, foram as palavras proferidas por ambos, o que no meu modesto ponto de vista, só revela duas coisas. Ou que Manuel Alegre já anda a estudar muito bem a sua lição para as Presidenciais, e podemos ver que já tem pinta de presidente, ou afinal sempre há escutas, e é a franja “verdadeiramente socialista” que lá as pôs.

Esta semana, ouvi boas anedotas, a que destaco chama-se “Lei das Finanças das Regiões Autónomas”, é mesmo muito boa. Não vou aqui contar por não sei contar anedotas e quem sofre com a categoria desta anedota é o grande almanaque chamado “Orçamento de Estado”, que também tem umas piadas muito boas.

Parece que os melhores lugares nos estádios de futebol são os túneis. A Federação Portuguesa de Futebol bem que podia começar a vender bilhetes para os túneis sempre dava para fazer mais uns trocos. Mas ao que parece este assunto ainda vai dar muito que falar e também não devo ficar indiferente.

E pronto, esta por esta semana é tudo, para a semana é mais e com melhor qualidade, ou provavelmente não. Fiquem bem e Viva a República!

domingo, 31 de janeiro de 2010

Bem-Vindos

Sejam muito bem-vindos, caros fiéis leitores, a mais uma tentativa, muito provavelmente falhada, da minha pessoa de fazer um blog, com textos escritos por mim, na tentativa de terem a mínima piada. O objectivo é brindar-vos todas as semanas com um texto requintado, sempre com a mesma dose de humor e a mesma quantidade de erros ortográficos, como já estão habituados. Se o texto não tiver piada sempre se podem rir com as calinadas ortográficas, que serão sempre justificadas como dislexia computacional. Portanto, vou manter o estilo literário que tenho vindo a desenvolver ao longo dos anos e que vocês tanto gostam. Irei falar sobre temas actuais, ou então não, e sobre o que quer que seja, como piranhas, ou fruta. Devo acrescentar que qualquer semelhança com a realidade será sempre a mais pura das coincidências. Uma coisa que sempre temi quando tentei escrever textos sobre a actualidade, foi a possibilidade de ser processado. Para todos os efeitos, aqui escrevo sob um pseudónimo, criado completamente de forma aleatória, e para todos os efeitos irei assinar sob o nome de “André Grilo”, que por sinal é um bonito nome, e estou a escrever a partir do Uganda, o que me dá uma grande liberdade para falar sobre tudo o que me apetecer, qualquer coisa que tenha a ver com Pinto, ou Costa ou até de fruta.

Podem contar com um post semanal sobre algo de relevante que tenha acontecido sobre a semana que passou, ou então não. Não é que não tenha muito tempo livre, mas a minha imaginação não dá para muito. Não se admirem de verem plágios falhados de clichés humorísticos conhecidos porque de certeza que vão acontecer. Mas vamos deixar o tempo ditar o que vai acontecer a este blog, o mais provável é que este blog acabe por falta de conteúdo, mas a isso estamos todos sujeitos um dia.

Entretanto, não esquecer de clicar aí na publicidade que vai acontecer algures num espaço nesta página, já que os textos são mauzinhos, assim ainda podem descobrir alguma página que realmente valha a pena. Para as pessoas que já me acompanhavam no sucesso do “Teorias da Conspiração” (que eram para aí 3 pessoas), é mais do mesmo, mas agora em vez de ir buscar as notícias ao Metro, vou ao Diário de Notícias, o que de certeza que vai ser bastante pior. Aos que ainda não me conhecem literariamente, não esperem grande coisa, porque uma coisa é um escritor a fazer textos com piada, outra coisa é uma pessoa que tem a mania que é engraçado a tentar escrever. Nada melhor do que julgarem vocês próprios. Este foi só para ensaiar, o próximo é que vai começar a ter piada.